
Afinal a verificabilidade ou falsificabilidade da hipotese não confirma coisa nenhuma. Não se deixem enganar por metodos indutivos nem conjecturais... A verdade verdadinha é que se és indutivista és impulsivo e se preferes ser dos outros passas a vida a ver ver ver e achar que ainda nao viste nada. Fazer a escolha é quase como aqueles testes de personalidade de e-mails correntes; mas nao se sintam intimidados, eu tambem os recebia nos primeiros dois meses. A questão deixa de ser o assunto que intitula os ditos cujos e passa para o dilema do "abro ou nao abro". Muito boa gente ainda se pergunta se nao perderá nada, o que estará para lá de um clique? e se me for util a longo prazo? e a curto? E que tal mandar para o spam (pergunto eu como quem acaba com os filhos da mae que enchem o pc de merda a um gajo - ou gaja)?
Expira... Mas diz me lá, oh Hume, quem és tu para criticares o Stuartzinho dessa forma?
- Ele disse que os ciganos roubam só porque viu o Nelo com uma G3 a assaltar um rapaz que tinha para lá de 12 anos - ataca o Hume.
Temos de generalizar, nao concordam? Sim sim, estou a falar de escolhas. E ninguem me ensinou que ia lá com conhecimentos adquiridos na escolinha porque a gera dos professores deixa, como todos sabemos, muito a desejar. Estereótipo?
- Popper, para falares tens de levantar o dedo. Vá, diz lá, mas nao voltes a interromper-me o raciocinio.
- A sôtora desculpe mas basta-me encontrar um professor competente para acabar com a sua teoria.
O que sucede é o seguinte: nada nos garante a generalização.
- Eu quero garantias, senhor! Garantias!
Não há critério de validade que nos ajude, não ha especificidade metodológica que nos acuda! E andámos nós seculos a debater isto..

1 comentário:
ó filipa, conta lá que isto não são devaneios ou não? - não por isso muito menos coerentes, que são, de uma forma muito jocosa. Deixa mas é o hume em paz, que já está na sepultura, e deixa lá também os ciganos, que em tanta generalização, alguém há de não roubar. ámen.
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